Eron Pereira Advogados • 28 de agosto de 2025

Como funciona a guarda compartilhada com apoio de advogado?

Como funciona a guarda compartilhada com apoio de advogado

A guarda compartilhada com apoio do advogado garante que ambos os pais participem igualmente das decisões sobre os filhos, e na definição dos direitos e deveres de cada um.

A guarda compartilhada é um modelo previsto pelo Código Civil, que assegura a ambos os pais o exercício conjunto da autoridade parental. Isso significa que, mesmo após a separação, pai e mãe continuam responsáveis pelas decisões importantes da vida dos filhos, como educação, saúde e convivência familiar.


O advogado tem papel essencial nesse processo, pois orienta sobre os direitos e deveres de cada genitor. Ele também ajuda a estruturar o acordo ou a ação judicial, garantindo que o melhor interesse da criança seja respeitado. A atuação técnica evita conflitos desnecessários e assegura maior equilíbrio na divisão das responsabilidades.


Outro ponto fundamental é que a guarda compartilhada não implica que a criança ficará metade do tempo em cada casa. O objetivo é dividir responsabilidades, e não apenas tempo de convivência. O advogado esclarece essas diferenças e orienta como adequar a rotina ao que é melhor para o filho.


Portanto, contar com um advogado especializado é a forma mais segura de transformar a guarda compartilhada em um instrumento de equilíbrio, proteção e justiça para os filhos e os pais.

Quais são as vantagens da guarda compartilhada com apoio de advogado?

A principal vantagem da guarda compartilhada é a manutenção do vínculo afetivo com ambos os pais, mesmo após a separação. Isso fortalece a convivência familiar e reduz os impactos emocionais da ruptura conjugal sobre a criança. O apoio de um advogado ajuda a estruturar o acordo para que essa convivência seja organizada e respeitada.


Outro benefício é a divisão de responsabilidades. Decisões importantes, como escolha da escola, tratamentos médicos e atividades extracurriculares, são tomadas em conjunto, evitando que apenas um genitor concentre toda a carga parental.


O modelo também promove maior equilíbrio entre pai e mãe, reduzindo a sensação de afastamento ou exclusão. O advogado atua para que os termos do acordo sejam claros e executáveis, evitando discussões futuras sobre o que foi estabelecido.


Assim, a guarda compartilhada representa não apenas um direito, mas também um instrumento para assegurar que os filhos cresçam em um ambiente mais saudável, com a participação ativa de ambos os pais.

Principais vantagens da guarda compartilhada

  1. Fortalecimento do vínculo com ambos os pais;
  2. Decisões importantes tomadas em conjunto;
  3. Equilíbrio na divisão de responsabilidades;
  4. Redução de conflitos entre os genitores;
  5. Maior segurança emocional para a criança;
  6. Participação ativa do pai e da mãe;
  7. Garantia do melhor interesse do menor.

Qual o papel do advogado na definição da guarda compartilhada?

O advogado atua como mediador e representante legal no processo de definição da guarda. Ele orienta sobre os documentos necessários, esclarece como funciona o processo judicial ou extrajudicial e auxilia na elaboração do acordo.


Nos casos em que há consenso, o profissional formaliza o acordo e o leva para homologação judicial, tornando-o válido perante a lei. Isso dá segurança jurídica aos pais e aos filhos, garantindo que os termos sejam respeitados.


Quando há conflito entre os genitores, o advogado defende os interesses do cliente e, ao mesmo tempo, busca preservar o direito da criança. Ele pode propor alternativas de convivência, horários de visitas e formas de participação equilibrada de cada genitor.


Assim, a presença do advogado não se limita a uma questão burocrática. Trata-se de assegurar que a guarda compartilhada seja aplicada de forma justa, eficaz e realmente voltada ao bem-estar dos filhos.

Exemplos práticos de guarda compartilhada com advogado

Imagine um casal que decide se separar, mas ambos querem participar da vida escolar da criança. O advogado ajuda a definir no acordo que as reuniões escolares serão acompanhadas por pai e mãe, evitando disputas.


Em outro caso, quando um dos pais discorda sobre um tratamento médico, o advogado orienta como resolver o impasse judicialmente, sempre pautado no melhor interesse do menor. Isso evita decisões unilaterais prejudiciais.


Há também situações em que a rotina da criança exige ajustes, como quando um dos genitores trabalha em outra cidade. O advogado pode negociar um regime de convivência que mantenha a guarda compartilhada sem prejudicar o cotidiano escolar e social da criança.


Esses exemplos demonstram como o apoio jurídico é essencial para transformar a teoria da guarda compartilhada em prática equilibrada e funcional para todos os envolvidos.

Quando a guarda compartilhada pode não ser aplicada?

Embora a guarda compartilhada seja a regra prevista na legislação brasileira, existem situações em que ela pode não ser aplicada. Isso ocorre, por exemplo, quando um dos pais não demonstra interesse em participar ativamente da vida do filho ou quando há histórico de violência doméstica. Nesses casos, o juiz pode entender que a guarda unilateral é a solução mais adequada.


O advogado tem papel fundamental nesses casos, pois reúne provas e argumentos para demonstrar ao magistrado as condições de cada genitor. Se houver risco à integridade física ou psicológica da criança, o profissional atuará para resguardar seus interesses, pedindo inclusive medidas protetivas quando necessário.


Outro ponto importante é que a guarda compartilhada exige cooperação mínima entre os pais. Quando o nível de conflito é muito alto e prejudica a rotina da criança, o juiz pode optar por não aplicá-la. Ainda assim, o advogado pode propor regimes de convivência que assegurem o contato com ambos os pais.


Portanto, mesmo que a guarda compartilhada seja preferencial, sua aplicação depende da análise concreta de cada caso. A atuação do advogado é indispensável para garantir que a decisão judicial respeite o melhor interesse da criança.

Como o juiz decide sobre a guarda compartilhada?

A decisão judicial sobre a guarda compartilhada é sempre pautada pelo princípio do melhor interesse da criança. O juiz analisa documentos, ouve testemunhas, pode determinar estudos psicossociais e leva em consideração a disponibilidade dos pais em assumir as responsabilidades parentais.


O advogado auxilia nesse processo apresentando provas de que seu cliente possui condições adequadas para compartilhar a guarda. Isso inclui comprovar estabilidade financeira, estrutura familiar, moradia adequada e vínculos afetivos saudáveis com a criança.


Além disso, o magistrado avalia a capacidade dos pais de dialogar e tomar decisões conjuntas. Quando percebe que essa convivência é possível, tende a aplicar a guarda compartilhada como regra, garantindo que ambos participem da vida do filho.


Assim, a decisão não é tomada de forma automática, mas sim a partir de uma análise criteriosa do caso concreto. O advogado atua para demonstrar ao juiz que a guarda compartilhada é viável, segura e benéfica para a criança.

Considerações finais

Se você está passando por uma separação e precisa definir a guarda dos filhos, contar com um advogado para guarda compartilhada é fundamental. O escritório Eron Pereira Advogados atua com experiência em Direito de Família, oferecendo orientação completa para que os direitos da criança e dos pais sejam respeitados.


Com apoio jurídico adequado, é possível transformar a guarda compartilhada em uma solução justa, equilibrada e benéfica para os filhos. O objetivo é sempre garantir o melhor interesse da criança, preservando vínculos e assegurando estabilidade emocional e familiar.

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